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Livro: Cilada
 Autor (a): Halan Coben
Editora: Arqueiro / Gênero: Suspense / Drama
Páginas: 272 / Ano: 2019
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        Olá pessoal! Tudo tranquilo? Hoje a resenha que trago é de mais um livro do Harlan Coben que a editora Arqueiro relançou com uma capa nova para comemorar os dez anos deste mestre do suspense aqui no Brasil. 

A capa anterior deste livro era essa daqui:


        Bom, indo na onda da editora destes lançamentos novos, eu tô adquirindo todos, porque tô achando essas capas maravilhosas. E agora que eu estou mais conectada com o autor, estou com uma vontade enorme de conhecer todas as suas obras. Sabe quando a gente tá naquela fase que só quer ler suspense? Então, tô nessa de novo! hahah. E os livros dele são aquele tipo de suspense mais leve. Não tem aquelas mortes horrendas, cheias de sangue e tal. São livros mais com reviravoltas, e muito bem construídos.

        Quando o livro termina eu fico tipo assim: meu, sério que ele conseguiu dar mais uma reviravolta nesse final? como que o cara bola tudo isso e dá tão certo? Pois é, tio Harlan é foda. 

        Esse livro também me fisgou do começo ao fim. Foi num fôlego só. A trama muito bem construída e amarrada. Com frases de impacto e personagens cativantes.

        Cilada é uma narrativa repleta de enigmas. Nossa personagem principal é Wendy Tynes. Ela é uma repórter sensacionalista, que tem um programa na tv que pega pedófilos de surpresa o os desmascara na frente das câmeras. Em um de seus flagras, tem certeza que vai mandar mais um culpado para cadeia. No caso, o culpado é Dan Mercer. Muitas provas foram reveladas pelo seu programa e Wendy tem certeza que mais uma vez fez bem o seu papel. Mas será que é isso mesmo? 


        Quando Dan Mercer é absolvido e depois brutalmente assassinado na sua frente, Wendy começa a questionar se talvez essa história não tenha mais desdobramentos do que realmente parecia ter. 

        Tudo fica ainda mais distorcido quando Haley McWaid, uma garota de 17 anos que está desaparecida a mais de três meses pode ter algo a ver com toda essa história de Dan. Wendy como repórter recém desligada de sua emissora, não tem nada a perder e vai fundo nesse mistério. Ela tem todos os macetes que uma grande repórter investigativa tem, então porque não usá-los? Ela só não esperava que iria por motivos óbvios se embrenhar tanto nessa busca pela verdade e que poderia se prejudicar também. 

Eu sabia. Todos nós escondemos, não é? Ninguém conhece tudo sobre a outra pessoas. Sei que é um grande clichê, mas a verdade é que nunca conhecemos o outro de verdade. 

        Nossa, que livro! Eu amei do começo ao fim. Acho que esse livro foi até agora, um dos que eu mais gostei dele (sempre falo isso dos livros dele kkk, acho que estou favoritando todos! kkk). Gostei muito da personagem da Wendy, uma pessoa comum, que comete erros de julgamento assim como nós. Mas Wendy me cativou porque não conseguiu ficar somente com suposições. Ela percebeu que algo não estava bem contado e decidiu investigar. Esse livro vai nos dar muitos toques sobre perdão e o quanto isso pode ser valioso. Para quem gosta de um bom suspense, recomendo demais essa leitura. Eu fiquei chocada com o final, não imaginava que teria esse desdobramento. Eu nunca consigo adivinhar como vão terminar os livros de Harlan. Isso é o que mais gosto na leitura deles ;) 

Ninguém consegue escapar das próprias mentiras.




Abaixo alguns livros do Harlan Coben que já adquiriram capas novas, em comemoração aos seus 10 anos de publicação na editora Arqueiro:



Sinopse:
RELANÇAMENTO COM NOVA IDENTIDADE VISUAL PARA CELEBRAR OS DEZ ANOS DE HARLAN COBEN NA ARQUEIRO.

Em Cilada, Harlan Coben fala de culpa, luto e perdão em uma trama repleta de reviravoltas surpreendentes.

Ninguém consegue escapar das próprias mentiras

Haley McWaid tem 17 anos. É uma aluna exemplar, ama esportes e sonha entrar para uma boa faculdade. Certa noite, quando ela não volta para casa e três meses transcorrem sem que se tenha nenhuma notícia, todos na cidade começam a imaginar o pior.

O assistente social Dan Mercer recebe um estranho telefonema de uma adolescente e vai a seu encontro. Ao chegar ao local, é surpreendido pela equipe de um programa de televisão, que o exibe em rede nacional como pedófilo. Inocentado por falta de provas, Dan é morto logo em seguida.

Wendy Tynes, a repórter que armou a cilada para Dan, se torna a única testemunha de seu assassinato. Wendy sempre confiou nos fatos, mas seu instinto lhe diz que Mercer talvez não fosse culpado. Agora ela precisa descobrir se desmascarou um criminoso ou causou a morte de um inocente.

Na investigação dos dois crimes, verdades inimagináveis são reveladas. Todos têm algo a esconder e os segredos se ligam em um elaborado mosaico.


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Livro: Boneco de Pano
 Autor (a): Daniel Cole
Editora: Arqueiro / Gênero: Suspense
Páginas: 336 / Ano: 2017
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            Boneco de Pano é o romance de estréia de Daniel Cole. Eu o classificaria como um romance policial noir, pois os detetives da narrativa são mais humanos. Apesar de serem muito bons ou referência no que fazem, são, como todos nós, pessoas falhas que nem sempre conseguem se controlar e colocar o “protocolo” em primeiro lugar.

            A história se passa em Londres, é narrada em terceira pessoa (o narrador não é personagem), e seu conflito central é a tentativa da polícia londrina de impedir que as pessoas anunciadas, pelo próprio assassino, como as próximas vítimas sejam mortas, bem como descobrir a quem pertencem as partes do corpo encontrado que formam o “boneco de pano”, e quem é o responsável por esses crimes brutais.

            O personagem principal, o detetive William Fawkes, é retratado de forma bastante humana, ou seja, não é um super-herói ou alguém retratado de forma como se fosse alguém praticamente perfeito, ele é, sim, defectível como pessoa e como profissional, como podemos ver na página 29 quando Edmunds pergunta a Baxter sobre Wolf (“E aí? Ele realmente fez tudo aquilo que as pessoas dizem por aí?... Plantou provas? Agrediu o réu?”). Contudo, senti que ele não é o personagem mais cativante da história. Penso que outros personagens que imaginei que não fossem ser tão importantes quanto Wolf, como, por exemplo, a detetive Baxter e o detetive Edmunds – este, na minha visão, mais do que ela – são mais cativantes e até mais interessantes do que Wolf (ela pela personalidade, ele pela inteligência). Porém, como haverá mais livros dessa série, pode ser que ainda haja mais para descobrirmos sobre Wolf.


            A ideia do livro é bastante interessante por ser algo difícil de acreditar que pudesse acontecer de verdade, o que possibilita ao leitor dar asas à imaginação e criar suas teorias sobre quem estaria por trás de tudo isso e o porquê.

            Os fatos acontecem de forma rápida – o livro é bem dinâmico. Isso pode ser bom ou ruim (dependendo do estilo de cada leitor) – bom para aqueles que gostam de narrativas mais agitadas; ruim, talvez, para aqueles que gostam daquelas que desenvolvam mais os fatos, que se alonguem e aprofundem mais os eventos, o que é o meu caso.

            Não considero o conteúdo do livro pesado, mas talvez ele não seja indicado a qualquer público. Aqueles que se impressionam mais facilmente podem não gostar da leitura, mas acredito que vale a pena tentar. Aqueles que gostam de livros sobre crime e investigação acharão o livro instigante.

            Enfim, Boneco de Pano (amei o título) me deixou com uma sensação de “quero mais”. Penso que o autor podia ter desenvolvido mais a história, mas não é essa sensação que me impedirá de ler os outros livros do autor que virão. Leitura é subjetiva. Pode ser que você, leitor, venha a apreciar elementos do livro que não me agradaram – só lendo para saber! Boa leitura a todos!



Sinopse:
VOCÊ ESTÁ NA LISTA DE UM ASSASSINO. E ELA DIZ QUANDO VOCÊ VAI MORRER.

O polêmico detetive William Fawkes, conhecido como Wolf, acaba de voltar à ativa depois de meses em tratamento psicológico por conta de uma tentativa de agressão. Ansioso por um caso importante, ele acredita que está diante da grande chance de sua carreira quando Emily Baxter, sua amiga e ex-parceira de trabalho, pede a sua ajuda na investigação de um assassinato. O cadáver é composto por partes do corpo de seis pessoas, costuradas de forma a imitar um boneco de pano.

Enquanto Wolf tenta identificar as vítimas, sua ex-mulher, a repórter Andrea Hall, recebe de uma fonte anônima fotografias da cena do crime, além de uma lista com o nome de seis pessoas – e as datas em que o assassino pretende matar cada uma delas para montar o próximo boneco. O último nome na lista é o de Wolf.

Agora, para salvar a vida do amigo, Emily precisa lutar contra o tempo para descobrir o que conecta as vítimas antes que o criminoso ataque novamente. Ao mesmo tempo, a sentença de morte com data marcada desperta as memórias mais sombrias de Wolf, e o detetive teme que os assassinatos tenham mais a ver com ele – e com seu passado – do que qualquer um possa imaginar.

Com protagonistas imperfeitos, carismáticos e únicos, aliados a um ritmo veloz e uma deliciosa pitada de humor negro, Boneco de Pano é o que há de mais promissor na literatura policial contemporânea.



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Livro: Não conte a ninguém
 Autor (a): Halan Coben
Editora: Arqueiro / Gênero: Policial / Drama
Páginas: 256 / Ano: 2019
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        Olá pessoal, tudo bem? Hoje a resenha que trago é de um dos livros mais icônicos e conhecidos de Harlan Coben. Sabe aquele livro que se você tivesse que conhecer o autor seria por ele que você deveria começar? Então, acredito que esse seja o livro ideal para conhecer e se apaixonar por Harlan Coben. Este já o quarto livro que eu leio do autor, e só fico cada vez mais apaixonada pela mente brilhante dele. 

        A editora Arqueiro em comemoração aos 10 anos de publicação do autor no Brasil, resolveu relançar suas obras com outras capas e estou adorando a gráfica dessas novas edições. Estão maravilhosas e para quem é fã do autor, vai ser impossível não adquirir novamente as obras, porque tô achando bacana mesmo. 

Esse livro por exemplo, levava essa capa anteriormente: 


        Bem, vou tentar fazer uma resenha sem spoilers, então serei sucinta em relação ao enredo. Só digo que tentei matar a charada diversas vezes e o final me surpreendeu. Eu até achei em um momento que tinha sacado tudo, mas então vem o tio Harlan e me faz cair de cara no chão outra vez hahaha.

        O nosso personagem principal é o Dr. David Beck. Ele é médico de um hospital renomado de sua cidade, que trata de pessoas com baixa renda. David parece um cara normal, mas teve uma perda profunda em sua vida. Sua esposa Elizabeth morreu de forma brutal logo após completarem 8 meses de casamento. Eles se conheciam desde a adolescência, e David não imagina como vai continuar seguindo em frente sem a esposa. Durante estes oito anos após sua morte, ele sente que só passou por esse mundo, e que uma neblina densa envolveu seu coração completamente.

        Sua vida monótona dá uma reviravolta quando assuntos do passado começam a borbulhar a sua volta. Uns policiais aparecem e de repente David é o principal alvo. Depois de oito anos indícios da pior noite da vida de David voltam a surgir e ele está confuso. Muito daquela noite foi mal contada e David resolve investigar. Ele só não imagina que fantasmas do passado estarão prontos para colocar seu mundo de cabeça para baixo. 


        Cara, esse livro é repleto de reviravoltas. Acho que o final muda umas dez vezes, sem brincadeira hahah. A gente fica preso de um jeito na leitura, que fica impossível não ler de uma vez. E o que eu gosto na escrita do Harlan é que os romances policiais dele são mais de reviravolta, não são aqueles livros sangrentos sabe, que o autor explica corte por corte que o serial Killer faz na vítima. E são livros muito dinâmicos, com bastante diálogos, então a leitura flui super fácil.

        Eu adorei conhecer essa obra, não tinha tido a oportunidade ainda, e foi maravilhosa pra mim a experiência. Super indico, para quem quer ler algo movimentado, para quem gosta de tentar decifrar finais de livros policias, e adora uma boa investigação. Essa leitura vale muito a pena, esse é aquele tipo de livro que te faz virar fã de um autor.

- Esperamos juntos o ônibus da escola. Eu segurava a mão dele. Brandon tinha 5 anos.[...] Brandon largou a minha mão e começou a subir os degraus. Senti vontade de ir lá, pegá-lo de volta e levá-lo para casa, mas fiquei ali, parado, congelado. Ele entrou no ônibus, eu ouvi aquele barulho de novo e a porta se fechou. Brandon sentou perto da janela. Dava para ver seu rostinho. Ele deu tchau para mim. Eu também dei tchau e, quando o ônibus se afastou, disse a mim mesmo: "Ali vai todo o meu mundo". Aquele ônibus amarelo com suas frágeis laterais de metal e um motorista que eu nunca vira mais gordo transportavam aquilo que era tudo para mim.

Olha que bacana como as obras estão ganhando novas capas.
 Já quero todos!


Sinopse:
RELANÇAMENTO COM NOVA IDENTIDADE VISUAL PARA CELEBRAR OS DEZ ANOS DE HARLAN COBEN NA ARQUEIRO.

Harlan Coben constrói uma história envolvente e eletrizante sobre perda e redenção, segredos inconfessáveis e um amor capaz de resistir a tudo.

"Eu me deliciei com cada pista, cada detalhe, e NÃO QUERIA PARAR DE LER." — USA TODAY

Há oito anos, enquanto comemoravam o aniversário de seu primeiro beijo, o Dr. David Beck e sua esposa, Elizabeth, sofreram um terrível ataque. Ele foi golpeado e caiu no lago, inconsciente. Ela foi raptada e brutalmente assassinada por um serial killer.

O caso volta à tona quando a polícia encontra dois corpos enterrados perto do local do crime, junto com o taco de beisebol usado para nocautear David. Ao mesmo tempo, o médico recebe um misterioso e-mail que aparentemente só pode ter sido enviado por sua esposa.

Esses acontecimentos fazem ressurgir inúmeras perguntas sem resposta: como David conseguiu sair do lago? Elizabeth está viva? Por que ela demorou tanto para entrar em contato com o marido?

Na mira do FBI como principal suspeito da morte da esposa e caçado por um perigosíssimo assassino de aluguel, David contará apenas com o apoio de sua melhor amiga, da sua advogada e de um traficante de drogas para descobrir toda a verdade e provar sua inocência.


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Livro: Um cavalheiro a bordo
 Autor (a): Julia Quinn
Editora: Arqueiro / Gênero: Romance de Época
Páginas: 288 / Ano: 2019
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        Olá gente! Tudo bem? Hoje o livro que trago é da mais nova série publicada pela Arqueiro da queridinha escritora dos romances de época Julia Quinn. Os dois primeiros livros da série já tinham me fisgado, mas esse aqui, nossa, eu adorei! Ele é muito diferente de tudo que já li no quesito romances de época. Digo, em relação a ambientação. A autora foi muito feliz com a condução da história e a narrativa está super original.

        Poppy e Andrew não nosso casal principal. Poppy estava passando uma temporada na casa de uns parentes quando resolveu dar um passeio sozinha pela praia que havia perto da residência. Como é muito curiosa, acabou por topar com uma caverna e resolveu explorá-la. O que ela não sabia era que a caverna era usada para contrabando por piratas. Ou era isso que ela imaginava que eles fossem.



        Ela estava no lugar errado, na hora errada. Os piratas a interceptaram e ela foi levada como prisioneira para um navio, carregada de olhos fechados e amordaçada. Ela agora era uma ameaça a solta, e eles não poderiam correr nenhum risco com Poppy dando com a língua nos dentes sobre a caverna. 

        O comandante do navio é Andrew James Rokesby e ele está longe de ser um pirata. Na verdade trabalha na surdina para a coroa, e quando soube que Poppy fora apreendida por seus homens, não vê outra alternativa a não ser mantê-la como prisioneira por sua viagem até Portugal e libertá-la na volta. Acontece que Poppy é uma Bridgerton! Justo uma Bridgeston e Andrew não pode revelar suas intenções, seu trabalho secreto para a coroa, muito menos o seu sobrenome. Não sabe como essa história vai se desenrolar, mas agora o que está feito, está feito. 


        Durante a viagem de barco, os dois vão se conhecer melhor e o que era ódio no começo passa a se tornar mais ameno. De repente os dois estão lutando contra seus sentimentos, depois de atracarem na linda Lisboa, e se verem enrascados em terras espanholas. 

        O livro é super divertido gente, eu realmente me deliciei com essa leitura. O ambiente - um navio, totalmente inesperado, deixou a história muito original, diferente daquele ambiente batido que estamos acostumadas em livros de época, com salões de bailes, beijos no jardim, e tal. Os dois personagens principais se provocam muito, e são muito fofos, fazendo com que a leitura corra de forma amistosa. Os diálogos são deliciosos, com aquela típica pitada de humor, característica da Julia Quinn. Recomendo muito a série toda, ainda não sei se será lançado mais um livro. Desejo que sim, porque me apaixonei pela família Rokesby. E esse terceiro livro por enquanto foi o meu favorito! 



Livros anteriores da série:




Sinopse:

Julia Quinn já vendeu mais 1 milhão de livros pela Editora Arqueiro.

Ela estava no lugar errado…

Durante um passeio pela costa, a independente e aventureira Poppy Bridgerton fica agradavelmente surpresa ao descobrir um esconderijo de contrabandistas dentro de uma caverna.

Mas seu deleite se transforma em desespero quando dois piratas a sequestram e a levam a bordo de seu navio, deixando-a amarrada e amordaçada na cama do capitão.

Ele a encontrou na hora errada…

Conhecido entre a alta sociedade como um cafajeste e um corsário inconsequente, o capitão Andrew James Rokesby na verdade transporta bens e documentos para o governo britânico.

No meio de uma viagem, ele fica assombrado ao encontrar uma mulher na sua cabine. Sem dúvida sua imaginação está lhe pregando peças. Mas, não, ela é bastante real – e sua missão para com a Coroa o deixa preso a ela.

Será que dois erros podem acabar no acerto mais maravilhoso de todos? Quando Andrew descobre que Poppy é uma Bridgerton, entende que provavelmente terá que se casar com ela para evitar um escândalo.

Em alto-mar, as disputas verbais entre os dois logo dão lugar a uma inebriante paixão. Mas depois que o segredo de Andrew for revelado, será que ele conseguirá conquistar o coração dela?


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Livro: A casa dos novos começos
 Autor (a): Lucy Diamond
Editora: Arqueiro / Gênero: Romance / Chick-lit
Páginas: 320 / Ano: 2019
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                Novos começos… Recomeçar… como é difícil, não? Deixar para trás os bons (e os maus) momentos, esperanças e medos em busca de uma nova vida, de um novo caminho, de uma nova história. Tudo isso resume o livro A casa dos novos começos, de Lucy Diamond, que, já adianto, amei.

                No livro, que já havia me encantado pela capa simples, delicada e cativante, as três personagens principais - Rosa, Georgie e Charlotte – vão morar em Brighton por diferentes motivos. Rosa e Charlotte estão muito machucadas. Ambas passaram por momentos de dor diferentes e estão fugindo dessa dor, estão tentando esquecer e superar o que lhes aconteceu ou, talvez, apenas seguir em frente de alguma forma. Charlotte chega à cidade para viver com o namorado que está morando lá a trabalho. Eles estão juntos desde muito jovens, e ela não imagina a vida sem ele.

                As três personagens vão morar no mesmo prédio, e suas histórias vão se interligando. Acho difícil dizer qual das três histórias ou qual das personagens mais me encantou pois todas são especiais ao seu modo e diferentes. Uma coisa que me é muito interessante é o fato de até mesmo as personagens secundárias são cativantes, e o leitor passa a querer saber como suas histórias se desenvolverão e passa a torcer por eles também.

_Meu conselho é...seja mais receptiva à alegria – sugerira a cartomante encerrando as previsões. – Nem sempre será fácil ver isso. Mas procure se abrir.                Certo. Brilhante. Era só isso?”

                Não vou contar como cada história se desenvolve porque acho que isso estragaria a leitura. O fato de não ter ideia do que vai acontecer, apenas inferir com a ajuda das informações que o livro nos vai revelando, tornou o livro mais saboroso para mim. O que vou dizer é que amei cada página do livro e que desenvolvi um carinho especial por ele. Achei as personagens tão humanas que criei uma conexão com elas, sofri com elas, chorei com elas, torci por elas, revoltei-me com e por elas e fiquei feliz com e por elas.

E aí, Em, Sabe de uma coisa, meu namorado está sendo um completo idiota. Ele é um figurão no emprego novo e agora se acha um profissional superincrível. Nós nos mudamos lá de Yorkshire para que ele pudesse seguir a droga do seu sonho, aceitar seu “crush profissional”, quer dizer, esse maravilhoso trabalho, e de repente me sinto meio insignificante. Tenho me esforçado ao máximo – até arrumei um novo emprego -, mas é como se tudo tivesse mudado em nosso relacionamento. Ele age como se fosse a força motriz de tudo e eu estivesse só de carona. Talvez eu esteja mesmo só de carona. Talvez eu devesse deixá-lo seguir viagem sozinho! ”

                Recomeçar requer muita coragem. É preciso que nos desarmemos, que quebremos nossas próprias barreiras, que deixemos para trás mágoas, medos e incertezas. Quando a vida nos faz repensar ou questionar nossas escolhas, nossos caminhos, somos obrigados a nos redescobrir para que possamos começar de novo. Só que o primeiro passo nunca é fácil. Quem nunca passou por coisas que nos fizeram sentir que nunca mais seríamos felizes e depois percebemos que aquele sofrimento nos fortaleceu e que é sim possível seguir em frente?

                Começar de novo pode nos levar a caminhos e lugares que nunca pensamos em passar ou viver, mas que talvez fosse o nosso lugar, o nosso destino, e não o sabíamos até então. Vocês se lembram da música da Kelly Clarkson que diz “what doesn’t kill you makes you stronger” (o que não te mata te fortalece)? Para mim, isso é A casa dos novos começos.

Estou aqui para falar sobre a solidão e o que pode ser feito a respeito. Antes de mais nada, gostaria de perguntar... Alguém aqui já se sentiu solitário?                Ah, Deus. Logo isso. Charlotte fez o melhor que pôde para manter o rosto impassível, mas já podia senti-lo esquentando. Se ela se sentia solitária? Morando ali naquela cidade em que não conhecia ninguém, em um apartamento minúsculo e caro de frente para a praia, onde nos fins de semana mal se podia andar pela rua sem esbarrar em grupos de amigos e reuniões familiares? Se ela se sentia solitária? Apenas todos os dias. Às vezes era como se toda a cidade fosse uma imensa festa ruidosa para qual ninguém a convidara”.

                Eu amei o livro, a leitura foi muito gostosa, e eu espero que vocês gostem tanto quanto gostei. Deixem nos comentários suas opiniões sobre o livro... comentem, o que mais gostaram, o que sentiram lendo a história. Desejo uma excelente leitura para vocês!

                Então os dois ficaram em silêncio, observando o mar indo e voltando, para a frente e para trás. Havia algo de reconfortante na atemporalidade do movimento repetido das ondas, saber que fazia parte de um ciclo infinito, destinado a sempre espumar na praia e depois recuar, hora após hora, dia após dia, enquanto a Terra girasse. Quando certos acontecimentos nos tiravam o chão, era preciso saber que se poderia contar que outras coisas continuariam exatamente iguais.”



Sinopse:

A CASA DOS NOVOS COMEÇOS FAZ PARTE DE UMA NOVA COLEÇÃO DE ROMANCES DA EDITORA ARQUEIRO, “ROMANCES DE HOJE”.

Um romance que mescla humor, temas sérios - como perda e luto - e as responsabilidades de mulheres contemporâneas.

Em uma casa elegante próxima à orla, três moradoras têm mais em comum do que imaginam...

Uma terrível descoberta leva Rosa a largar uma carreira de sucesso em Londres e, num impulso, recomeçar a vida como sous-chef em Brighton. O trabalho é árduo e estressante, mas a distrai. Bem, pelo menos até ela conhecer a adolescente emburrada que mora no apartamento ao lado, que a faz questionar suas escolhas.

Georgie se muda para o Sul com o namorado, Simon, atrás de uma incrível oportunidade... para a carreira dele. Mas ela está determinada a ser bem-sucedida como jornalista e faz de tudo para trabalhar para uma revista local. A princípio, a cidade parece recebê-la de braços abertos, mas não vai demorar muito até ela se meter em várias enrascadas.

Após uma grande tragédia, Charlotte passa as noites isolada em seu apartamento. Porém, Margot, uma senhorinha estilosa que mora no último andar, tem outros planos para ela. Querendo ou não, Charlotte vai precisar encarar o mundo real... e todas as suas possibilidades.

Quando as três se conhecem, a esperança renasce, a amizade floresce e um novo capítulo se inicia na vida dessas mulheres.



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Livro: O homem inocente
 Autor (a): John Grisham
Editora: Arqueiro / Gênero: Policial
Páginas: 336 / Ano: 2019
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               Quando decidi ler O homem inocente, não imaginava o quão profunda e envolvente essa obra seria. Primeiramente, nunca havia lido uma obra de John Grisham, mas acabei percebendo, depois de ler a biografia do autor na aba do livro, que um dos meus filmes favoritos, Tempo de Matar, é baseado em um livro dele (que eu nem sabia que existia!). Se vocês nunca viram esse filme (com Sandra Bullock, Matthew McConaughey, Samuel L. Jackson, Ashley Judd), vejam. É forte, impressionante, tocante, e a fala final do advogado (McConaughey) é extremamente tocante. Bom, O homem inocente já estava me impressionando, depois que descobri a relação entre os dois livros, sabia que só podia esperar que o livro ficasse cada vez melhor.

                Este é o primeiro livro não-ficção que li. Fiquei completamente encantada. Fui uma criança que lia a página policial e que gostava de assistir a filmes baseados em fatos reais (mesmo ficando com medo depois), uma adolescente que assistia Linha Direta, programa da Globo, uma jovem adulta que assistia a séries como Without a Trace, C.S.I., Law and Order, Criminal Minds, Os Arquivos do F.B.I., e hoje assisto ao canal Investigação Discovery. Sempre achei o trabalho policial e de perícia algo impressionante. Sempre achei incrível ver como chegavam ao culpado, como solucionavam crimes, como a ciência evoluía e contribuía para encontrarmos a verdade. Achei importante dizer tudo isso para justificar a minha visão sobre o livro.

                A história de Ron Williamson e Dennis Fritz é tocante e revoltante. O livro é narrado com poucos diálogos. É realmente uma narração, um relato de tudo o que aconteceu. John Grisham escreve maravilhosamente bem. A escrita é de uma coesão ímpar. Os fatos são conectados, amarrados e costurados como se ele estivesse tecendo uma rede ou mesmo o fio até chegar ao tecido, que é o trabalho final. Mesmo quando ele insere outros casos ao longo do texto ele consegue voltar ao ponto em que estava sem confundir o leitor, e de modo que mais adiante ele entenda o porquê daqueles “parênteses” dentro da narrativa.

                Não é uma leitura fácil. Na verdade, em muitos momentos, mesmo querendo saber o que aconteceria, tive que deixar a leitura de lado porque já não aguentava mais ler tanta injustiça. É extremamente difícil saber (e ler) de tanta injustiça e imaginar o final da história sem recorrer ao Google (esperei terminar o livro para pesquisar os nomes dos envolvidos). Apesar de tudo isso, a leitura vale muito a pena.

                Grisham narra desde a infância de Williamson. Vemos que ele foi uma criança e um adolescente muito mimado, egocêntrico e narcisista. Sempre conseguiu tudo o que quis de seus pais e de suas irmãs que se sacrificavam para que Ron conseguisse realizar seu sonho de ser um jogador de baseball profissional. Sonho que foi interrompido por uma grave lesão nos ombros que nunca se curou. Com o término da carreira, o uso de bebidas alcoólicas e de drogas ilícitas, que teve início ainda na adolescência, se intensificou, e então vieram os diagnósticos de transtorno bipolar e de esquizofrenia. Se na atualidade pessoas com esses transtornos já são incompreendidos, imaginem como era há mais de trinta anos.

                Quando Debra Sue Carter foi brutalmente estuprada e assassinada, a cidade de Ada ficou em choque e com sede de justiça. A pressão para uma prisão era grande. Então, Denice Haraway, uma jovem casada havia menos de um ano, some misteriosamente de seu local de trabalho. O tempo faz com que todos presumam que ela está morta, e essa nova morte em Ada faz a pressão por resultados e prisões aumentar.


                O caso Haraway é chocante e absurdo. A conduta da polícia e da promotoria é não somente ridícula, mas criminosa. A investigação do caso Carter segue a mesma linha do caso Haraway, e Ron Williamson e Dennis Fritz são vítimas da polícia e do Estado. O que vemos é uma pessoa que tem distúrbios ser escolhida como suspeito apesar de não haver uma prova sequer de seu envolvimento, e outra, Fritz, um professor viúvo que cria sua filha com a ajuda de sua mãe, ser escolhido como suspeito por ser amigo de Williamson.

                Na aba do livro está escrito: Se você é a favor da pena de morte, este livro o deixará perturbado. Se acredita que o sistema criminal é justo, ele o deixará furioso, e esses dois adjetivos, furioso e perturbado, descrevem muito bem como eu me senti lendo o livro. Voltando ao meu histórico de gostar de séries criminais, de ler a página policial e tudo mais (isso sem mencionar as várias séries de livros policiais que tenho), estou acostumada a assistir a programas sobre casos reais em que os detetives são sempre éticos, a promotoria faz um trabalho impecável e o cruel assassino tem seu merecido castigo. Em O homem inocente, John Grisham nos apresenta talvez o lado mais cruel do sistema, o lado mais arrogante e deturbado da polícia que quer apenas o rótulo de ter encontrado o culpado – quer ele seja realmente culpado ou não -, o lado mais sujo de detetives e carcereiros, de promotores e de defensores públicos. O lado preguiçoso da justiça, o lado descuidado de investigações, e o ponto de vista daqueles que foram condenados e de seus familiares. Não só isso, ele nos faz deixar nossas ideias pré-concebidas sobre perícia, investigação e, acima de tudo, sobre justiça.

                O homem inocente é uma obra para ser lida de corações e mentes abertos, para ser refletida e, por que não, para rever conceitos. A premissa de que todos são inocentes até que se prove o contrário chega a ser piada e inexistente nos casos apresentados. Eu refleti muito durante a minha leitura, questionei-me muito sobre a pena de morte, sobre a dor dos familiares que são levados a acreditar que a justiça havia sido feita para o seu ente querido apenas para depois descobrirem que não, e que iriam sofrer toda a angústia da espera novamente, pensei na dor do injustiçado, revi muitas de minhas ideias, sofri com os personagens, chorei com eles, senti uma adrenalina incrível com a expectativa de saber como tudo acabaria. Méritos do autor, que foi brilhante na construção do livro. Também posso dizer que aprendi muito com o livro. Aprendi sobre provas periciais que eu antes considerava importantes e descobri que não são sem um pouco confiáveis, aprendi sobre o medo, sobre manipulação, sobre preconceito e muitas outras coisas.

                Sem sombra de dúvidas, recomendo a leitura desse livro. Ele aguçou a minha curiosidade, levou-me a pensar e a querer aprender mais. Quero ler mais livros de não ficção. Foi uma experiência diferente.               

Vale lembrar também que O homem inocente virou série documental na Netflix sob o nome Inocente – Uma história real de crime e injustiça.

“Os policiais também interrogaram um homem chamado Dennis Fritz, cuja única ligação possível com a investigação do assassinato era a amizade com Ron Williamson. [...] Nunca tinha levado Ron Williamson de carro a Coachlight. Não conhecia Debbie Carter, não tinha certeza se já a vira antes e não fazia ideia de onde morava. Mas como agora os investigadores estavam atrás de Ron Williamson, e aparentemente trabalhavam com a teoria banal e previsível de que havia dois assassinos, precisavam de mais um suspeito. Fritz foi o escolhido”.


 “... a impressão palmar na amostra de drywall não pertencia a Debbie Carter, Dennis Fritz nem a Ron Wiliiamson. Essa notícia deveria ser boa para a polícia. Bastaria descobrir de quem era essa impressão e eles teriam o assassino. Em vez disso, os policiais informaram discretamente à família Carter que Ron Williamson era seu principal suspeito”.

Sinopse:
O LIVRO QUE INSPIROU A SÉRIE DOCUMENTAL DA NETFLIX INOCENTE. UMA HISTÓRIA REAL DE CRIME E INJUSTIÇA.

Com mais de 40 livros publicados e 19 adaptados para o cinema, John Grisham é um dos autores mais lidos dos Estados Unidos.

Em 1971, aos 18 anos, Ron Williamson tinha uma carreira promissora como atleta. Acabara de assinar contrato com um time grande de beisebol e de se despedir de Ada, sua cidade natal, para ir em busca do sucesso. Seis anos depois, estava de volta com os sonhos destruídos por um braço lesionado e o vício em bebidas e drogas. Foi morar com a mãe e passava vinte horas por dia dormindo no sofá.

Em 1982, uma garçonete de 21 anos chamada Debra Sue Carter foi estuprada e assassinada brutalmente em Ada. Por cinco anos o crime ficou sem solução, até que uma frágil evidência apontou a investigação na direção de Ron.

A partir daí o herói fracassado foi perseguido, acusado, julgado e condenado à morte. O processo, coalhado de testemunhas mentirosas e provas corrompidas, não só acabou de arruinar a vida já despedaçada de um homem, como permitiu que o verdadeiro assassino ficasse impune.

Com uma pesquisa impecável e uma narrativa arrebatadora, O homem inocente é um livro que ninguém pode se dar ao luxo de não ler.


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Livro: A dama mais desejada
 Autor (a): Julia Quinn, Eloisa James, Connie Brockway
Editora: Arqueiro / Gênero: Romance de Época
Páginas: 272 / Ano: 2019
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        Olá pessoas! Tudo bem? Hoje a resenha que trago é do mais recente lançamento da editora Arqueiro no quesito romance de época! E não poderia ter sido mais prazeroso o ler. Adoro esse tipo de romance, e escrito por 3 das principais damas do gênero, fiquei extremamente curiosa de como aconteceria a 3 mãos a escrita deste livro.

        Apesar de ser escrito por três pessoas, a gente se sente numa história única e eu adorei a dinâmica utilizada pelas autoras para explorar a história. 


        O nosso personagem principal é Hugh Dunne, o conde de Briarly que ainda não se casou e que se vê de repente com idade suficiente para contrair matrimonio. Seus bens devem ir para algum herdeiro e para isso, bem, ele precisa encontrar uma esposa. Sua irmã se incube de organizar então uma temporada de bailes em sua luxuosa mansão e convida as principais esposas em potencial para o evento. Acontece que, além de damas, é preciso convidar cavalheiros também, para que não fique desproporcional.


        E o que a gente acompanha é cada uma das principais potenciais esposas listadas por Hugh se apaixonando por outros rapazes se não ele. 

        A linda Gwendolyn Passmore, que se dizia a mais tímida, parece não ter encontrado dificuldades de fugir para os jardins com Alec. Katherine Peyton, com quem tinha grandes chances também, acaba mostrando muita afeição por seu principal amigo de infância. A única que restou, mas que já mostrou que não quer se casar é Georgina Sorrel, amiga de infância de sua irmã e viúva. Hugh terá que ser muito perspicaz e valente, para não perder a última pretendente e inevitavelmente a mulher mais atraente em seu ponto de vista. 

 



        Cada uma das candidatas a esposa de Hugh terão sua história contada por uma das autoras, e elas se entrelaçam durante a narrativa, deixando tudo bem dinâmico e adorável de acompanhar. 

        Em meio a bailes, temporadas e fugidas espertas para os jardins, vamos rir e torcer por casais super improváveis e que despertam o que há de mais tenro em romances de época.

        O livro é muito doce e tem a pitada de romance ideal para quem procura uma boa história de amor. Eu sempre me divirto com esse tipo de história e as autoras conseguiram trazer algo totalmente novo, misturando as histórias entre si. Vale muito a pena, e o por se tratar de uma duologia, logo teremos mais um livro como este, escrito pelas três. Não posso deixar de notar também essa capa linda e que desperta a leveza dos romances de época. 

Próximo livro da duologia:




Sinopse:
PRIMEIRO VOLUME DA DUOLOGIA "A DAMA MAIS...".

Três das estrelas mais brilhantes dos romances de época convidam você para uma festa na casa de campo do ilustríssimo marquês de Finchley.

Hugh Dunne, o irresistível conde de Briarly, precisa de uma esposa. Para ajudá-lo, sua irmã convida as mais elegantes damas da sociedade, assim como alguns cavalheiros, para uma festa em sua propriedade.

A reunião inclui a incrivelmente bela (e dolorosamente tímida) Gwendolyn Passmore, a sincera e adorável Katherine Peyton e a viúva lady Georgina Sorrell, além de alguns condes e até um arrojado herói de guerra.

Durante o evento, que promete ser o grande acontecimento da temporada, Hugh terá tempo suficiente para eleger a dama que mais deseja. A não ser que outro cavalheiro seja mais rápido.

Nesse caso, quem sabe ele acabe cortejando uma moça que definitivamente não está no mercado casamenteiro, e que vai exigir uma boa dose de perseverança...


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